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sábado, 8 de maio de 2010

Resenha: Educating Caroline

Depois de ver todas as resenhas ótimas sobre esse livro, não me aguentei e comprei! Adoro a Meg Cabot, adoro a Patricia Cabot, adorei quando li "A Rosa do Inverno" (o outro livro dela publicado aqui no Brasil - depois faço uma resenha dele!), então tinha tudo pra adorar esse livro também! E não deu outra, adorei! Está entre meus favoritos!
Apesar de todas as resenhas falando bem dele, antes de começar a leitura fiquei com receio de que essa coisa de "ensine-me a seduzir" ficasse meio forçada. Afinal, como uma pessoa ingênua iria ter tanta cara de pau assim? Mas ficou só no receio mesmo, pois não é forçado. Caroline Linford está noiva do Marquês de Winchilsea, pois ele salvou a vida do irmão dela. Mas um dia o vê com outra mulher e... não entende porque ela o beijava com a língua na boca dele. Isso parecia desagradável, mas pela reação da mulher junto com ele, ela estava gostando e muito. Diante da descoberta de que ele nunca havia beijado Caroline daquele jeito, ela começa a pensar que o problema é com ela, pois de acordo com a mãe dela ela é que não foi mulher o bastante pra ele. Então ela tem que arranjar um jeito de aprender a ser esposa e amante do seu futuro marido. Mas quem iria falar sobre isso com ela, se ninguém falava sobre... "aquilo"? Então ela procura, a contragosto e muita ingenuidade, o senhor Granville, um novo-rico que era tudo que seu marido não era: trabalhador, moreno, olhos castanhos, ombros largos e com uma cicatriz ameaçadora na sobrancelha. Nada sai como planejado nesse encontro, mas depois já é tarde demais...
Eu gostei muito do Braden Granville. Como ele é um novo-rico, nascendo pobre e conseguindo ganhar dinheiro - apesar de não ter um título de nobreza -, ele parecer ser mais... real. Enquanto Caroline, com sua ingenuidade, não é nada real. Mas ela é legal por perceber (pelo menos na maioria das vezes) que a vontade dela é mais importante que as convenções sociais.
O livro, além de contar o romance de Caroline e Braden, também tem uma história de crimes por trás que eu gostei muito. Achei que ficou muito bem colocada com a história central, meio que dando um senso de porque as coisas acontecerem.
Às vezes algumas passagens ficaram um pouco complicadas porque houveram erros de tradução/revisão... Principalmente com pronomes (tipo, como se tivesse 'ela pegou a mão dela' em vez de 'ele pegou a mão dela'). E também algumas letras faltando, e acentos.. Mas nada que não deixasse a história fluir, apesar que eu acho que merecia uma segunda edição só pra ajeitar esses errinhos.

Enfim, eu acho que vale muito a pena. Já está na minha estante, lindo e favorito! Leiam também o outro livro da Patricia Cabot, que também é muito lindo! ^^ By the way, tem resenha dele (A rosa do Inverno) feita por mim lá no Leiturinhas

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quinta em outra língua #2

Vou aproveitar o Quinta em outra língua de hoje (da Giu) pra falar do livro que eu acabei de ler!

Two for the Dough, da Janet Evanovich. Esse é o segundo livro da série da Stephanie Plum, criada pela Evanovich e que já tem 16 livros publicados lá fora, e apenas o primeiro aqui no Brasil (shame on us). Stephanie Plum é uma divorciada de 30 anos, que trabalha como caçadora de recompensas na empresa do primo Vinnie Plum (por falta de emprego melhor). [ Veja um pouco mais sobre o primeiro livro AQUI. ] Nesse segundo livro, Stephanie tem que levar à polícia um primo de Morelli, Kenny Mancuso. No começo parecia bem simples, mas Kenny parece ter alguma ligação com uma 'artilharia' mais pesada - ele atirou no melhor amigo, parece não ter muita sensibilidade à dor e o que é mais intrigante: Morelli também está disposto a encontrá-lo. Eu adoro o jeito da Evanovich escrever, de contar fatos totalmente banais à história central, dar um clima de suspense, criar cenas de ação muito boas e também cenas de climas lindos e engraçados com Morelli! Senti um pouco falta de Ranger nesse livro, ele só aparece um pouco no começo e depois dá o ar da graça só no final... Mas o livro é muito bom! *-* Esse foi o primeiro livro (grande, normal, sem ser paradidático) que eu li totalmente em inglês. Teve algumas palavras que eu não entendi o significado, mas pude entender com o contexto. Eu tinha dado quatro estrelas pra ele, por causa da falta de mais cenas meio que românticas com Morelli, mas mudei de ideia e dei cinco estrelas mesmo. As cenas românticas não são tããããoo românticas assim, mas tá dentro do esperado, afinal Stephanie e Joe não tem nenhum caso de amor eterno. E as cenas que tem são ótimas, Morelli é ótimo, o relacionamento deles é conturbado mas é ótimo! Adoro!

Morelli: "I smell chocolate."
Stephanie: "I had half a KitKat."
M: "I don't suppose you still have the other half?"
S: "I ate it earlier."
M: "Too bad. I might have been able to remember some crucial piece of information if I had a KitKat."
S: "Are you telling me I'm going to have to feed you?"
M: "You have anything else in your pocketbook?"
S: "No."
M: "Any more apple pie at home?"
S: "I have popcorn and candy. I was going to watch a movie tonight."
M: "Is it buttered popcorn?"
S: "Yes."
M: "Okay, I guess I could settle for buttered popcorn."
S: "You're going to have to give me something pretty damn good if you expect to get half of my popcorn."
Morelli did the slow smile.
S: "I was talking about information!"
M: "Sure."

Eu estava almoçando na hora em que eu li essa parte, e me acabei de rir!! Adoro Morelli! XD

sábado, 1 de maio de 2010

Resenha: No Other Love.

Acabei de ler agorinha o "Sempre o teu amor", da Candace Camp.

Sinopse: Nicola Falcourt foi marcada pelo sofrimento da perda de seu único amor... Mas a chegada de um famoso assaltante de estrada mudará sua vida e a fará envolver-se num mistério que a lançará em um grande perigo... e a uma paixão ainda maior! Mas o destino trouxe esse bandido mascarado para a vida de Nicola para torná-la o pivô de uma história que reunirá ambição, mentiras e assassinato. Para salvar aqueles a quem ela ama, Nicola terá de confiar num homem que é tão perigoso quanto desejável. E, ao agir assim, ela não arriscará apenas sua vida, mas também seu coração...

Sempre tive muita curiosidade em ler algo da Candace Camp, pois sempre ouvi falar bem dos livros dela. Li esse, e precisava de uma avaliação intermediária: ele é mais que bom, mas não chega a ser muito bom. Ele tem uma história muito boa, bem elaborada, você vai pensando e descobrindo os fatos com o passar da história, é bem legal mesmo. Mas também não chega a ser muito bom, eu acho. Não achei a história da Nicola com o cavalheiro assim tão... instigante. Tem algumas partes bem boas, mas no todo é somente boa. Não chega a ser ótima. Mas o livro é realmente bom, pelas várias ligações entre os personagens, e também pela personalidade de alguns deles. Lady Ursula e a Condessa, ao final do livro, foi realmente lindo. E Nicola e seu jeito de moça independente também é bastante legal. De modo geral, achei bem bacana.

Resenha: The Lawman takes a wife.

The Lawman takes a wife (A lei do amor), da Anne Avery.

Sinopse: Forte, alto e… tímido!
Colorado, 1889
O xerife DeWitt Gavin era uma caixinha de surpresas para a comerciante Molly Calhan. Acompanhado por um passado escandaloso, apaixonado por doces e com a vida bisbilhotada por todos os habitantes da cidade, ele também pussuía um coração de ouro. Se Molly apenas pudesse convencê-lo a dar seu coração a ela…
Witt Gavin vivia às voltas com seu trabalho como xerife numa cidade em que a lei era burlada a cada minuto. Seu único prazer era visitar diariamente o armazém de Molly Calhan e apreciar a vitrine de doces. Mas seriam os confeitos que tanto o atraíam… ou a meiga e atraente proprietária do armazém?


Um dos livros de banca que comprei essa semana! Como todos os livros de banca até agora, classifiquei-o como "Bom". Esse é até melhor do que os que eu já li até agora, mas não chega a ser "Muito bom". (Deveria ter algo intermediário). Eu gostei porque a Molly (primeiro eu gostei do nome dela, adoro nomes assim!) é ótima! Enquanto Gavin é todo tímido e se segura sempre, ela sabe o que quer, sabe que ele quer a mesma coisa e corre atrás - enquanto cuida do armazém e dos dois filhos! E ainda tem uma traminha de corrupção e tal, bem legal!


domingo, 25 de abril de 2010

The Party Season.

Estou lendo A vida é uma festa, da Sarah Mason.



Eu tenho que assumir que sou fã da Sarah Mason. Todos os três livros lançados aqui no Brasil dela eu li e adorei.(Só tem mais um que não foi lançado). Todos os livros dela são super engraçados, romanticos e sem muito dramalhão (não gosto =P). Esse, que fala sobre Izzy e sua vida de promoter de festas, além de ser uma história super legal e bem fluida, também mostra alguns detalges interessantes sobre o trabalho dela! Eu já li há um tempão atrás e estou relendo, revendo alguns detalhes que eu nem lembrava mais, e mais uma vez estou adorando! Indico sempre! *-*

Só mais uma coisa (acabei de ler agora e me lembrei desse detalhe): os livros da Sarah Mason só tem um defeito (que eu nem considero, ela ainda é uma das minhas escritoras favoritas): é que o casalzinho principal passa o livro todo flertando, e só nas últimas páginas ficam juntos mesmo. É lindo o flerte deles e etc e tal, mas por mim eles ficariam juntos na metade do livro, e até o fim mostrariam eles, só eles. *-* hihín

terça-feira, 20 de abril de 2010

One for my baby.

Estou lendo Mais uma vez, do Tony Parsons.



Estou ainda no capítulo 11, mas gostaria de escrever algumas coisas, pra não esquecer depois. Primeiro que eu me surpreendi com o Tony Parsons. Porque ele fala de perda, mas não dá aquele tom triste que chega a ser insuportável, como em alguns livros. É como se, mesmo que o personagem - Alfie - não pareça ter esperança, ela sempre está lá. Uma coisa que eu gostei muito: o Alfie é professor de inglês! (E, by the way, eu faço letras, e quero ensinar inglês também!). Eu tive uma experiência meio frustrante com o ensino ano passado (por não saber ensinar direito), e me senti motivada com a pequena demonstração de esperança do Alfie no seu novo trabalho. E mais: esse é um livro que às vezes você precisa parar e pensar sobre o que acabou de ler. Por exemplo, agora. No fim do capítulo 10, o Alfie diz:
- Ninguém quer dar um passo pro lado e abrir caminho pra geração seguinte. Todo mundo quer uma segunda chance. Acho uma afronta ao passado. Toda vez que alguém começa de novo, parece que nada daquilo que foi vivido antes tem algum valor, entende? O passado é triturado numa daquelas máquinas de escritório. Quem acha que tem um número ilimitado de oportunidades pra acertar não vai acertar nunca. Nem mesmo uma única vez. Porque essas tentativas constantes transformam a melhor coisa do mundo, que é o amor, numa coisa descartável. Numa espécie de fast-food.

Preciso pensar mais sobre isso.
Quando tiver algum tipo de resposta, ou quando tiver algo mais pra falar sobre o livro, edito aqui.

Outra coisa fascinante no livro: várias menções a Frank Sinatra, como a trilha sonora perfeita. Então, acompanho:




M.

Último livro.

Pois bem, falarei do último livro que eu li. Terminei ontem de ler Controle Remoto, da Stephanie Lehmann.



Eu pensei que não iria gostar; já tinha começado a ler há um tempo atrás, e não passei das primeira páginas. Mas dessa vez eu consegui! E gostei muito! A personagem principal, a Daphne, chega a ser engraçada de tão compulsiva por TV que ela é! E a gente acompanha ela nessa compulsão, e é bem legal saber algumas informações sobre a TV e seu nascimento, e como as séries conseguiam "moldar" o comportamento da sociedade em cada época. Eu fiquei louca pra assistir todas as séries que ela cita, ou pelo menos conhecer alguma delas, mas sequer ouvi falar delas. Bem, o livro é de 2008, e só fala das séries até a década de 90... Mas eu pensava que pelo menos ela iria citar Friends... Mas enfim, quem sabe resolvem fazer uma versão atualizada, né!

(:
 
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